Pesquisa de campo com decisores reais
Reduz o risco de entrar em novos mercados: o roadmap passa a se apoiar em evidência real de comportamento do varejo B2B, não em suposição.
Conduzimos pesquisa de UX research presencial e etnográfica em 13 países e 5 continentes para uma grande multinacional do mercado de bebidas, com presença global e portfólio de marcas líderes. Mapeamos como o pequeno e médio varejo realmente opera, decide e compra essas categorias em mercados com dinâmicas culturais, econômicas e operacionais distintas.
Uma grande multinacional do mercado de bebidas, com operação em mais de 100 países, buscava expandir seu marketplace B2B digital para novos territórios. O desafio: entender como cada mercado opera, decide e compra na categoria, considerando dinâmicas culturais, econômicas e operacionais profundamente distintas.
Reduz o risco de entrar em novos mercados: o roadmap passa a se apoiar em evidência real de comportamento do varejo B2B, não em suposição.
A pesquisa etnográfica entrega oportunidades concretas de produto e receita, já ranqueadas por impacto e viabilidade, prontas para decisão.
As decisões de produto passam a se basear em como o varejo realmente faz pedidos, controla estoque e se relaciona com fornecedores, reduzindo o esforço investido no que não seria usado.
A visão comparativa entre mercados mostra onde investir primeiro e como adaptar a oferta a cada país, cultura e nível de maturidade do mercado.
A pesquisa de campo chega a capitais, periferias, comércio informal e mercados maduros, no contexto real de cada operação.
Conduzimos pesquisa etnográfica em 13 países, 5 continentes. Visitamos 60+ pequenos varejistas, atacadistas, distribuidores especializados e canais regionais (corner shops, spaza shops, sari-sari, depósitos de bebidas, e outros formatos locais). Mapeamos comportamentos de compra dessa categoria, papel dos intermediários da cadeia, e barreiras específicas à digitalização em cada mercado.
Pesquisar o mundo todo revela padrões que se repetem onde quer que o varejo de bens de consumo opere. Quatro aprendizados que mudaram decisões:
Em mercados emergentes, o varejo informal e de bairro é a espinha dorsal do consumo. Tratá-lo como hub comunitário muda a forma de dimensionar a oportunidade.
Para muitos comerciantes, online quer dizer mensagem, ligação ou aplicativo de conversa, não uma plataforma de pedidos. Isso redefine as premissas de adoção.
Em bebidas, atacadistas e representantes de vendas continuam influenciando o que entra na geladeira. A oportunidade não está em substituir essa relação, e sim em integrá-la ao digital.
Olhando a jornada de planejamento, pedido e entrega, fica claro que as fricções não se distribuem por igual. Isso permite priorizar oportunidades por impacto real.
Não importa o país, a cultura ou o nível de maturidade do mercado. Conduzimos pesquisa presencial onde o comportamento acontece.
Cada pesquisa devolve para a empresa o que mais importa: clareza para decidir e oportunidades para crescer, ancoradas no comportamento real do mercado.
Conduzimos pesquisa de UX research e etnografia onde o comportamento acontece.
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